Já são 9 mortos e mais de 300 desaparecidos após rompimento de barragem da Vale em Brumadinho, Minas Gerais.

O presidente da mineradora Vale, Fábio Schvartsman, disse, no entanto, que o dano ambiental será muito menor que o da cidade de Mariana, em Minas Gerais, em 2015, quando 19 pessoas morreram. “O dano ambiental será muito menor que o de Mariana, mas o humano maior”, disse Schvartsman. A empresa informou que não consegue comunicação com mais de 400 funcionários.

Em Mariana, além dos mortos iniciais, milhares de pessoas foram atingidas pelo rastro de lama que contaminou o Rio Doce e chegou ao estado do Espírito Santo, matando animais e poluindo a água.

A comunidade da Vila Ferteco, em Brumadinho, além de funcionários da área administrativa da própria empresa foram atingidos pelos rejeitos. De 100 a 150 pessoas estavam na área administrativa da Vale que ficava nas proximidades da barragem que rompeu.

Cerca de 13 milhões de metros cúbicos de rejeitos parecem ter entrado no Rio Paraopeba, 1/4 do que foi liberado em Fundão, Mariana, que pertencia à Samarco, empresa controlada pela Vale e pela BHP Billiton.

Author: Claudia Godoy

Jornalista e fotógrafa, atuei na cobertura de imprensa nos Ministérios da Fazenda, Agricultura, Planejamento, Indústria e Comércio, Relações Exteriores, Saúde, Educação, além de Congresso Nacional, Palácio do Planalto e Banco Central. Também repórter e produtora de rádio e tv.

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