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Miklós Halmai inaugura exposição sobre a Hungria na LBV, em Brasília

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O embaixador Miklós Halmai, abriu, nesta sexta-feira, 22, na Galeria de Arte da Legião da Boa Vontade, em Brasília,  a exposição “Hungria” destacando o trabalho da jornalista e fotógrafa Claudia Godoy e da pintora Julianna Vidnik na divulgação da cultura húngara. 

A cidade é um encanto, uma das mais belas da Europa, e um dos principais destinos turísticos do mundo. Os diplomatas Gabriella Mándy e Gyula Misi e a esposa e funcionária da embaixada húngara Ivana Lopes.
📸Paulo Melo
O embaixador de Israel e o empresário Claudio Schüller presentes na exposição.  📸Claudia Godoy
A jornalista e fotógrafa Claudia Godoy com o jornalista Ivan Godoy e os diretores da LBV. 📸Paulo Melo.
O embaixador húngaro com Julianna Vidnik Claudia Godoy e Claudio Schüller.  📸Paulo Melo

Cerca de 40 obras que retratam Budapeste, paisagens e monumentos húngaros fazem parte da exibição que está disponível até o final mês na LBV. Halmai destacou também a importância da LBV na cultura nacional. O diplomata recebeu colegas embaixadores,  comunidade húngara e mídia com coquetel. 
A pintora Julianna Vidnik, que é descendente de húngaros agradeceu a presença de todos no evento. 

“A Hungria é simplesmente, linda, magnífica e encantadora. Um lugar perfeito para qualquer artista começar a criar suas obras de arte, desde sua história àbelíssimas paisagens”, disse Juliana Vidnik, que apresenta os seus quadros ao público na mostra. 

O embaixador da Hungria com a pintora Julianna Vidnik, a jornalista e fotógrafa Claudia Godoy e o empresário Claudio Schüller.

Ela tem como destaques o Rio Danúbio, Igrejas, Castelos, Pontes, Estátuas e seu maravilhoso Parlamento. Há também o Lago Balaton chamado pelos húngaros de “Mar Húngaro”, é o maior lago de água doce da Europa Central e Oriental. Szentendreé a cidade das artes, danças, músicas, artesanatos, restaurantes e muita diversão.

O embaixador da Hungria com o empresário Claudio Schüller.  📸Paulo Melo

Para Claudia Godoy,  jornalista e autora das fotos da exposição,  Budapeste é um lugar no mundo onde ainda é possível respirar o ar austro-húngaro que existiu na virada para o século XX. “O país reunia regiões que hoje fazem parte de países como Itália,  Áustria,  Alemanha,  Polônia, Eslováquia,  Romênia, Croácia,  Sérvia,  República Tcheca,  além da própria Hungria”, disse a jornalista.

As ruas de Budapeste levam a vários cenários formados por uma arquitetura surpreendente que vai do “Art Nouveau” aos bares de ruína.

Eleita a nona cidade mais bonita do mundo e um dos lugares mais idílicos da Europa pela revista Forbes, Budapeste é o principal centro financeiro,  corporativo,  mercantil e cultural da Hungria, a cidade também é a nona maior cidade da União Europeia.

A cidade é um encanto, uma das mais belas da Europa, e um dos principais destinos turísticos do mundo. Eu destaco a vista do rio Danúbio como uma das mais lindas que já vi. As ruas de Budapeste levam a vários cenários formados por uma arquitetura surpreendente que vai do “Art Nouveau” aos bares de ruína.  

O encanto do passado convive com a modernidade do transporte público húngaro,  muito eficiente. É possível percorrer Budapeste a pé,  em veículos elétricos como ônibus,  trens, bondes, patinetes, motos e bicicletas.

Outra atração nas minhas fotos é a maior sinagoga da Europa, um belo templo que lembra importante comunidade judaica da Hungria. Os cafés húngaros são outros locais que deixam saudade nos visitantes e também exalam a atmosfera do Grande Império austro-húngaro. O Império dos Habsburgos pode ser sentido nos doces espalhados por vitrines diversas pela cidade. 

A intensa atividade vulcânica da região permitiu que os romanos construíssem no passado muitas casas de banho, tradição mantida pelos otomanos e que continuam funcionando até hoje.  Nestes lugares as pessoas podem fazer tratamentos de beleza e massagens. Elas também estão retratadas na exposição de fotos.

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