domingo, 3 março, 2024
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Embaixada da África do Sul destaca vinhos. Exclusividade sul-africana, o Pinotage estava presente

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Por Claudia Godoy

Degustação de vinhos produzidos na África do Sul, em Brasília. Cecília Iturralde,  conselheira de Comércio da embaixada sul-africana, apresentou a importadores, nesta semana,  as variedades de vinhos tinto e branco. O Pinotage é um exemplo da exclusividade da África do Sul.


O embaixador Vusi Mavimbela lembrou que a África do Sul é muito parecida com o Brasil.  Ele ressaltou a prioridade dada aos vinhos do Mercosul como um obstáculo para a entrada dos vinhos sul-africanos.  “O objetivo é tornar os vinhos sul-africanos mais conhecidos no Brasil”, disse o embaixador. 

A África do Sul tem longa tradição na produção de vinhos. A primeira safra foi produzida em 1959, na Cidade do Cabo. Os sul-africanos são os maiores produtores de vinho em toda a África Subsariana, favorecidos pelo clima de suas regiões vinículas, caracterizados por intensa luz solar e pelo calor seco, benéfico para as uvas.

O embaixador da África do Sul, Vusi Mavimbela, acompanhou a degustação de vinhos sul-africanos na embaixada, em Brasília.

Após o fim do Apartheid, na década de 90, e a democratização do país, houve renascimento da indústria vinícola sul-africana, com expressivo salto das exportações para o mercado mundial.

A vinícula Genoviève é uma das mais tradicionais do país sul-africano, sendo representada por sua proprietária na degustação da embaixada da África do Sul.

A degustação de vinhos contou também com a exposição de produtos tecnológicos, como painéis solares, artesanato e alimentos produzidos na África do Sul.

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